domingo, 30 de outubro de 2016

Sapatilhas azuis




Os passos são leves. O vento, as folhas caindo da árvore. Poeira nos olhos e sorriso nos lábios. Poderia ser um dia qualquer, mas respirava qualquer coisa de alegria. Qualquer coisa de bom. Talvez fosse a calmaria das sapatilhas azuis. Só queria conquistar o mundo. Só queria a sua paz. Não precisa de muito. Apenas o que lhe faça transbordar.
Braços abertos, como se a liberdade penetrasse em cada poro do seu corpo. Então, ao longe. Um olhar. Aquele que refletia tudo o que ela sentia.

Outras intensidades

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