sexta-feira, 30 de agosto de 2013

As vezes é preciso voar. Deixar livre e ser livre. O inesperado pode te tirar do chão. Se permita.Mude. Fale menos e faça mais... Viva intensamente.






quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Engole

E as vezes o melhor é calar e engolir. Sua dor. Seu amor. Sua raiva. Seus pensamentos. As pessoas não querem palavras. Elas querem atitudes. Por mais que você fale, as vezes só o silêncio pode se fazer entender.


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

vale a pena...

"Quem é perseguido, muitas vezes ainda consegui ir adiante, principalmente se estiver sendo perseguido de maneira injusta, mas quem persegue não sai mais do lugar."
Chico Xavier

E foram tantas mentiras que não se sabe mais o que é realidade ou fantasia. O pior é que não sabe o que realmente é melhor. Viver no mundo de suas mentiras ou na realidade. E não se pode voltar atrás. Não se pode recomeçar. Só pode continuar e assumir os erros. Mas não é obrigatório aos que estão a sua volta aceitar ou melhor perdoar. Muito se perdeu. Muito ainda a se perder. Suas escolhas. Suas consequências. Principalmente se você sabe que suas escolhas são erradas. Que causou sofrimento a alguém por olhar pro seu próprio umbigo. E  saber o que causaria. Amanhã sua companhia será a sua própria sombra. 

sábado, 24 de agosto de 2013

Por hoje

Cada relacionamento entre duas pessoas é absolutamente único. Por isso você não pode amar duas pessoas da mesma maneira. Simplesmente não é possível. Você ama cada pessoa de modo diferente por ela ser quem ela é e pela especificidade do que ela recebe de você. E quanto mais vocês se conhecem, mais ricas são as cores desse relacionamento. [A Cabana]
google

...então José me perdoe as palavras duras ontem. Eram raiva. Acho que de mim. Sim, não vou negar você me acalma. Seu sorriso me traz algo de paz. Me traz de volta. Não sei se é amor .Não sei se o considero como um anjo da guarda. Meu melhor amigo ou o que você tanto espera ouvir de mim. Não sei. Sei que te ouvir me faz bem. Resgata a menina doce, tímida. Que adora lilás e margaridas. Que ama sapatilhas. Que lê romances. Que escreve sobre estrelas de cristal, nuvens de algodão e um arco iris de marshmallow . Dos vestidos rodados e fitas no cabelo. Que desenha corações nas janelas embac.adas nos dias de chuva. Que fica olhando a lua. Mas eu sei que você também fica triste porque me faz lembrar de outra pessoa. Você não briga comigo. Olha para baixo e tenta rir pelo canto da boca. Então eu falo qualquer coisa que te faça rir. E você me olha como a pessoa mais linda do mundo e eu me sinto especial. Não prometo, não te magoar.  Eu não te prometo nada. Eu quero viver um dia de cada vez e que ele só termine bem.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Ele e ela [2]

Para sempre é muito forte. É muito vago também. Ninguém vive para sempre. Talvez Cassia Eller esteja certa "e o pra sempre sempre acaba ".  


Ela tinha ele. Ele tinha ela. Assim, pra sempre. Não sabiam o motivo. Mas era mais que amor. Talvez de outra vida. Havia algo que eles não sabiam explicar, mas sentiam. E sentir não era fácil. Era difícil de traduzir. Eram sempre o porto seguro um do outro. Era a calmaria da tempestade. Era confidência. Era desejo. Era doce. Era ardente. Era triste. Era feliz. Era cinza, quase vazio.
As vezes ela era menina dele. Com fita no cabelo. Com nuvens de algodão, flores na janela e um arco-iris lindo para fugirem para o mundo encantado. Outras era a mulher dele, que usava batom vermelho. Renda. Com olhar forte. Que soltava os cabelos e se deixava embalar pela condução dele e deixando as suas mãos deslizarem.
Adoravam conversar sobre os momentos juntos e sobre o que ainda vão descobrir. Lembravam da tatuagem que fizeram juntos. De ele segurando em suas mãos para não sentir dor. E do sorriso doce com um beijo no final da noite. De quando fogem juntos. De quando ele chama ela de chata e ela fica irritada. De depois fazer cosquinhas, mordidinhas no pescoço e beijinhos pra acalmar.
Ele lembra do sorriso dela. De que ama como ela dança. E fala qualquer coisa sobre o balanço do quadril dela quando anda. De como gosta de receber mensagens dela nem que seja com "oi". Que ele sente falta dela. E se pergunta onde tudo mudou e porque. E chora. E pede desculpa. Ele traiu a confiança dela. Ele repete eu te perdi. Te perdi.  Ela chora também e depois sorri. Ela perdoou. Ela ainda o ama. Mas sabe que não vai ser igual. O passado não volta. Só se pode viver o agora. Mas ela mudou. Ele mudou. Mas ele diz que vai voltar. Ela já não sabe. Sente medo ou não quer. Ele abriu uma porta e deixou um tal José entrar. Ele sabe que ele é um mané e que não serve para ela. Ela sabe que não é amor pra vida inteira, mas josé lhe rouba sorrisos. E não houve beijo ou toque nas mãos ou qualquer coisa de pele. Porque não é amor, mas pode se tornar algo parecido, não o que sente por ele. Ele disse que sente ciúmes. Ela diz que precisa de algo que a faça ficar. Ele diz que agora é difícil. Ele têm dúvidas. Ele disse que a ama e que vai voltar, mas que ela precisa provar o que sente. Ela fica em silêncio. Ficam dias sem se ver. Mas ao se verem. Correm e se abraçam e se beijam. Como nos filmes e depois da explosão de sentimentos eles voltam a querer respostas. E se perdem entre medos, o certo, o querer, o fácil, o sentir... e o tempo não espera...

mas ainda se amam.

Outras intensidades

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