domingo, 27 de maio de 2012

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Um sorriso. Era o tudo que se via. Era o que havia de verdadeiro. Mãos entrelaçadas, formando a fortaleza. Havia cansaço. Havia esperança e palavras doces. Dessas quando se foge de tudo e de todos. Haviam planos, beijos e abraços enamorados. E não havia mais nada. Além das lembranças. E o sonho sempre ficava sozinho, na espera de um dia não ser só. 
Não haviam mais palavras, só haviam o peso delas. Têm um gosto amargo. Mas a gente sabe que enquanto houver uma pontinha de sorriso, há esperança que o amanhã vai ser melhor.

Outras intensidades

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