sábado, 30 de julho de 2011

As vezes pesa...

Fecho os olhos e seco as lágrimas. Fecho as janelas e a porta. Não quero ver o vento hoje. Nem amanhã. Sim, quero colocar os pés no chão e fazer minhas escolhas. Se é pra viver, ao menos vamos fazer o melhor. Vamos Tornar mais divertido. Colocar um ponto final nas dores, incertezas e lamurias. Tão pouco vou voar com as lembranças ruins. Vou fazer careta como uma menina malcriada e virar de frente para meu futuro. Você entende? Acho que sim, não é? Como ser feliz com problemas pendurados em suas asas? As vezes é tão pesado que acabo me arranhando em alguns galhos secos. Não quero mais. Vou colocar um fim em tudo que me atrasa. Que me pesa. Que me maltrata. As vezes acho que não gosto de mim. Preciso fazer aquela faxina. É que fugi tantas vezes com o vento que na volta nunca desatei os nós das trouxas que ficaram pelo caminho. Nem mesmo tirei o pó dos móveis ou as teias de aranha nas paredes. Até meu caderno  esta empoeirado e com as páginas amareladas[eu até gosto].Queria que soubesse da minha alegria. Sim. Mora no meu peito uma chama que queima. Não sou sempre triste. Não sou. Tenho uma ternura toda minha como a esperança de menina. Uma menina cheia de sonhos. Que quer se reinventar. Fazer o melhor que pode ser todos os dias, mesmo colocando os pés no chão.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Passos, olhares e abraços de uma menina.

Patricia Thomaz

O sol ainda brilha lá fora, mais o vento frio continuava invadir a casa. Cada música trazia mais lembranças. As vezes felizes. Outras não. Tomou um banho quentinho. Sentiu sua alma quase limpa. Quase. Pois ali, quieta. Enquanto a água caía sobre o seu corpo. Suas lágrimas salgadas também a encharcava e acariciava suas curvas.
 Seus olhos estavam cansados. Eram tantas preocupações, dores e trabalhos. Ela se perdia no tempo. Alguém lhe contou histórias felizes e ela até sorriu. Gostou de sentir que podia criar um mundo seu. De se reinventar. Da flor no cabelo e de colorir os lábios de vermelho.
Sabe ela não imagina a força que seu olhar tem. Se soubesse conquistaria todos os seus sonhos. Talvez nem haveriam mais lágrimas. Talvez. Mas até o talvez é vazio. Fica algo vago.
Mas aquela menina com os passos cansados, nem reconheço mais. Ela esta ornada de cores saltitantes pelas ruas, de sorrisos sinceros e abraços apertados. Essa menina ganhou asas e virou filha do vento. E por onde passa deixa a lembrança do seu cheiro. Aí essa menina... essa menina cresceu.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

É, eu vivo por esses momentos.

Ao seu lado pareço criança.Tudo é tão bonito. Ás vezes me desfaço como a fumaça do seu cigarro. E meu mundo perde a cor. Tento encobri as lágrimas com meu sorriso.Mas você me conhece. Me lembro de quando me pegou no colo no meio da rua e disse que sempre estaria ao meu lado. É, eu vivo por pequenos momentos. Eu sei que nosso amor não é perfeito ou nós não somos.Ás vezes dói tanto.Mas não quero alongar  essas minuciosas tristezas. Tenho que fechar os olhos e ver o brilho que esse amor me traz. Sentindo aquela paz tão almejada. Sem o medo aterrorizante de errar. De perder. Quero abri os olhos. E contar as estrelas do céu , comendo marshmallow. Desvendando seus segredos e te aquecer. Quero ainda mais que ontem.  Você entende?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Nada como estar com  amigos e amor. Final de semana incrível. Romântico, divertido.
Muito feliz!!!!!!  

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Se soubesse...

Você pode subir na maior árvore que encontrar
      E achar que consegue ver tudo, mas não vê.
         Assim como não me viu chorando agora por suas atitudes.
              Sabe toda aquela diversão? Sim eu me diverti, mas passou. Aquela dor? Que dor?
Novos tempos. Novos sorrisos. Amigos e talvez amores.Sabe...
             Eu estou ostentando aquele carinho oferecido. Me disseram que ando evasiva. Evasiva?
                   Aquela menina cresceu. Ela usa salto e mini saia.Mas também usa vestido rodado e meia rendada quando quer. Gosta de passear no campo e andar de bicicleta. Gosta de pirulito colorido e das nuvens de algodão. Quando pode rola na grama e conta as conchas do mar. Cresci. Mas no fundo ainda existe uma menina. Ela me deixa mais leve e também é meu refúgio.
                          Ás vezes, você parece esquecer. Do meu mundo. Do nosso mundo. Você se perde, não sei.
                                  E assim vão se os dias com lágrimas e chega os dias felizes e vice e versa. Nada como o  amanhecer. Novos abraços.
              

Outras intensidades

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