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Mostrando postagens de Agosto, 2011

Tem lembranças que nunca param de doer.

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Já havia perdido a noção da hora. Nem importava se iriam reclamar de não ter avisado onde estava. Estava cansada. Só queria se distrair um pouco.Quem sabe sorrir? Talvez as duas doses de uísque ajudasse - pensou.
Algumas luzes do corredor haviam queimado, mas ainda sim conseguia ver sua maquiagem borrada no espelho da recepção. Seu corpo parecia leve, mas seus passos já não eram. Ela tentou não fazer barulho com o salto. Entrou no elevador e sentou um pouco para repousar suas pernas tremulas. Tem que ser muito forte. Lutar. Só que... vez em quando vem aquelas lembranças soltas. Sabe, já não tinha forças. Não mais. Ela realmente queria alguém ou algo  que lhe fizesse sorrir. Sem ter que forçar. Sem ter que esconder as lágrimas que transbordavam [quase sempre]. Mas querer já não resolvia. E fugir também não.
A casa dormia ou quase, já que seu gato a observava. Aqueles olhos amarelos. Em seu quarto os papéis permaneciam espalhados pelo chão. Desejou com tanta força gritar. Tudo ali a su…

Cor ?

As vezes minhas         palavrasbonitas                                                lhe fazem sorrir e outras,                                                                                 parecem nem importar nesse mundo sem cores.                                                               Me perco em pensamentos e sempre                                 fica um monte de rabiscos.                              Uma frase sem vírgula,                sem reticências e nem         pontos finais, apenas       palavras invisíveis. Sem
cor.

Eu vi.

Ontem ele me olhou com aquele olhar doce. Estava tão fraca, que não sei se eram as estrelas que refletiam em seus olhos ou se também estava com vontade de chorar.Você não percebeu, mas eu te vi bem mais. Mas do que todas as vezes que disse o que sentia por mim. Vi sua cara feia quando chorei ao telefone. Quando me joguei na cama e pedi para me deixar sozinha. Da sua insistência para me distrair. De simplesmente só querer sentar  ao meu lado e ouvir minhas lamurias. De sentir minha falta e sorrir quando se quer chorar. Eu vi o amor. Vi.

ya no era.

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Las palabrasresbalónde los labios, comolas lágrimas deamor.Control delosdesejos.Caminholentamente.Ritmo acelerado.Grito en elsilêncio.Choro.Me doy por vencidoantes incluso de intentarseguir.Me encuentroencadenado a una roca.No puedo dejareste camino ysiempre terminandando vueltas yvoltas.Talvezno todo el mundo.Tal vezhay algo más.Acaba de morir.Un rastro dela locuraen sí mismo yel gritomáspara la salvación,cuanto máscorre, perose perdió,no lo era.¿O fueuna pesadillaNataly.No lo era.

Essa noite.

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[foto google]

Não olhava as estrelas, mas sentia a lua brilhante no céu. A noite era escura. Os olhos estavam cansados do domingo de sol. Jogados no sofá. Alguém dormia no quarto. Não era tão tarde. Na tv alguém se transformava em boneco de neve. O sono chegava devagar. Assim como a brisa que invadia a sala. Sonhava em cores quando conseguia, pra esquecer ou lembrar alguém. Mas essa noite não era preciso. Estavam ali. Abraçados.Quase não haviam mais segredos.O que se perdeu ficou no passado e o vento levou  em cinzas. As lágrimas se desmancharam em meio a tempestades. Agora a noite já não é tão escura. E o sol já vai nascer. Nos despertando. Nos envolvendo de cores.