domingo, 18 de julho de 2010

Aqui perto...

Faz algum tempo que tentei te mostrar o que só agora percebeu, mas acho que não ouviu por causa da minha voz trêmula ou do filme de ação nada clichê que assistíamos.
Você ficou tão cego pelos efeitos ilusionários e a adrenalina que soltou minha mão, se perdeu da realidade e eu não consegui acompanhar. Então corri por entre as ruas, gritei seu nome ao vento, mas não te encontrei.
O vazio era tão frio. Peguei o celular e sem escolher liguei para o primeiro número que apareceu na agenda.
- Oi !
-Oi ! Quanto tempo...Que vai fazer hoje? Estou aqui perto da sua casa...
- Eu...Eu...Nada, só queria conversar.
-Foi ele de novo? Você ainda o ama? Ele não estava ai quando mais precisou...
-Não sei . Só quero fugir de mim, não quero falar de mim só por hoje.
-Então deixa te fazer esquecer de tudo, deixa eu fazer o que seus olhos desejam...
-Como assim? Não tenho certeza de nada, mas desculpe não devia ter ligado, nem sei...
-Para...Só quero te mostrar seus olhos brilhando ao se ver sorrindo no espelho, pois as nuvens podem querer encobrir o céu, mas o sol sempre estará acima delas aquecendo nossos corações.
-Obrigado! Te encontro em meia hora na praia
-Vou estar esperando com dois sorvetes com calda de chocolate, uma rosa e um lenço. bjo

Outras intensidades

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