quarta-feira, 12 de maio de 2010



O brilho da lua continua sendo cúmplice. Você pode até se esconder atrás de suas histórias, mas seus olhos não escondem o passado. Não, eu não quero brigar. Aprendi muito com as feridas e chego até brincar como uma criança. Hoje quero apenas destruir essa nuvem negra que impedia que nossas estrelas se cruzassem.
As vezes eu gostaria de poder te salvar e mostrar o mundo que você ainda não conhece. Se ao menos eu encontrasse as respostas para todas as suas perguntas, poderia te fazer sentir melhor. Nunca desista, nem sinta vergonha. Se você tropeçar eu não vou te deixar cair, confie em mim.
Não tenha medo. Essas feridas não vão nos matar. Meu coração continua batendo, apesar de tantas vezes querer me desmanchar. Agora meus sonhos querem se realizar e já fiz de tudo para você entender minhas atitudes. Então, agora não fale mais nada, só escute meu coração. Escute minha canção, ela encontrou sua voz, essa que pensei que havia morrido. Essa que gritava em silêncio.
Não me lembro como chegamos aqui. A noite e sua voz me embriagam e eu só quero gritar, mesmo que em silêncio, pois a noite continua enquanto adormeço em seus braços...

Outras intensidades

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